27.3.09

pois é. tô há um tempo sem aparecer por aqui. não é má vontade não. eu viajei, depois fiquei doente, depois esqueci e fiquei sem inspiração.

mas eis que agora estou aqui e não vou escrever sobre o radiohead+kraftwerk (não por enquanto).

tô aqui pra divulgar dois blogs bem legais sobre vegetarianismo e coisas afins.
*o primeiro é o blog ajudaeê. é um blog novo sem muita informação por enquanto, mas que tem textos nada convencionais e nada bonitinhos. alguns bons tapas na cara, eu diria. a verdade taí ó, só não enxerga quem não quer (ou acha que não precisa).

*o segundo é o cartuntivismo, site já na ativa há um tempo, com textos próprios, matérias, cartoons, dicas de receitas e informações dos mais diversos tipos sobre tudo o que está relacionado a vegetarianismo e ativismo.

dois blogs muito bons que vale a pena visitar (e adicionar).

2.3.09

Movimento Cultural Independente

Taí um movimento novo, recém saído do forno. Eu não participo (por que exatamente eu não sei, mas também não interessa nesse momento) mas acompanho por uma comunidade no Orkut o que o pessoal anda aprontando.
E aí que a mobilização tá grande, o pessoal tá unido e engajado. O movimento já tem nome, tem lista de discussão, reuniões e o pessoal já tá aí correndo atrás pra produzir shows e afins.

Dá pra ver que o lance é sério não só por isso, mas também porque o presidente da OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) já deu duas entrevistas por conta dessa movimentação. Uma delas vocês podem ver nesse link (http://blog.editoranovitas.com.br/2009/02/entrevista-com-henrique-scalet-ativista.html). A outra infelizmente saiu em jornal impresso e online só está disponível para assinantes do jornal. Mas essa matéria que saiu no blog da Editora Novitas, do Rio Grande do Sul, está bem completa e ele fala do MCI, das bandas dele, do processo criativo e da cena underground da região.

Eu fico super feliz com essa divulgação do movimento, da minha cidade e das bandas daqui e da região. Em parte é isso que falta pras coisas acontecerem de maneira mais visível, pras coisas saírem só da vontade e do desejo do pessoal. Além disso, tá servindo pra unir quem faz cultura (música, teatro, fotografia, audiovisual, literatura, dança e o que mais aparecer) e fortalecer o que já existe.

Aí que eu fico refletindo numa coisa que eu sempre achei chata: ativismo. Tem uma hora que cansa, mas sem ativismo as coisas simplesmente não acontecem. Sentar e esperar acontecer não vai resolver o problema (e é nesse momento que eu faço o paralelo com o veganismo como matéria de ativismo).
Ser vegano é um grande passo, mas ser SÓ vegano não é o suficiente. Tem de ser ativista, participar, dar opinião, conversar sobre, esclarecer, se informar, questionar, pressionar, investigar. Tudo isso faz parte do processo ativista.

Encerro por aqui por ser um papo muito longo e que não cabe nesse post....
(E que calor dos infernos....)